terça-feira, 16 de junho de 2026

O problema dos relacionamentos – só opinião

 

O problema dos relacionamentos – só opinião

            Históricamente tanto a mulher quanto o homem ganharam papéis que pareciam bem definidos. O homem caçava e a mulher cozinhava e procriava.

            Isso continuou evoluindo sempre assim com a mulher sempre levada a cuidar e o homem a trabalhar e manter.

            Com as guerras e os homens morrendo, as mulheres foram trabalhar e continuaram a cuidar.

            Criou-se instituições para ficar com as crianças enquanto as mulheres trabalhavam e elas continuaram.

            Os homens mandavam, faziam o que queriam, eram eles que sustentavam e se sentiam no direito de comandar tudo.

            Já que as mulheres estavam trabalhando, puderam aprender o comportamento masculino fora de casa e passaram a querer direitos assim como eles.

            O consenso atual é de que, biologicamente a mulher tem uma pré-disposição ao cuidado em função da maternidade mas não quer dizer que ela nasceu só para fazer isso.

            A sociedade sempre comandada por homens, sempre dá a mulher o cuidado dos filhos em casos de separação com raras exceções.

            Já que a mulher entrou no espaço masculino e aprendeu como é, também passou a querer mandar, a dividir tarefas, dividir despesas e a não se submeter mais aos caprichos masculinos ou aceitar o seu papel de cuidadora convencionado pela sociedade.

            É aí que entra a bagunça dos relacionamentos.

            Uma casa precisa de gerência. Ela precisa ser administrada para que cumpra o seu papel que é o de acolher moradores que possam viver em harmonia com a vida, a saúde, o conforto e etc.

            Quem é o responsável pelo gerenciamento da casa? Quam é o responsável pelos filhos? Quem paga as contas? Quem deixa quem assegurado em caso de falta ou de doença que impeça a continuidade do andamento?

            Mesmo morando sozinho, uma casa precisa de limpeza, organização, contas pagas, aparelhos enfim uma gerência. Quando moram dois e as tarefas não foram bem determinadas, as funções aumentam porque você tem que lavar mais roupa, mais louça, comprar mais comida e limpar mais, organizar mais. Quando tem filhos ou outras pessoas, cada vez mais isso aumenta e demanda mais tempo.

            O casamento se tornou uma instituição problemática por essa primeira causa. Geralmente à mulher é dada a função de cuidar de tudo da casa, dos filhos e do marido e do que mais estiver dentro dela.

            O homem, que aprendeu socialmente que ele deveria apenas manter e usufruir do conforto e da companhia de todos, fica meio confuso quando tem que dividir tarefas dentro de casa.

            Fora isso, dentro do casamento existe o contrato invisível de que o homem não pode fazer mais nada sem o consentimento da mulher e vice e versa. Ou seja, estão amarrados um ao outro. Qualquer desvio de regra gera briga e insatisfação.

            Na outra ponta vem a mulher que não trabalha e só cuida da casa e cumpre o seu papel socialmente criado então, se ela perde o marido por separação, muitas vezes já com uma idade mais avançada, ela fica sem dinheiro e com os filhos.

            Se por alguma razão ela fica viúva e bem amparada, os filhos crescem e vão embora e ela fica sem função. Ela começa a pedir aos filhos que lhe dê netos para que o trabalho dela possa ser continuado e justificar a sua vida.

            Percebe-se que a responsabilidade da família ainda recai sobre as mulheres, inclusive financeiramente hoje em dia.

            Agora vem o sentimento. Aquele sentimento que fez com que os dois se juntassem que não está durando muito tempo. Antes existia um contrato pra que fosse até a morte mas não é mais assim.

            Como viver sem uma referência? Será que toda essa liberdade é boa?

            Qual é o casamento ideal hoje em dia já que antes era um contrato, depois passou a ser o amor e nada mais sustenta uma relação?

            O que eu tenho visto com esse esfacelamento familiar é que a busca pelo pai e pela mãe continua. Quando você é criado só pela mãe, parece que fica faltando alguma coisa.

            O fato é que isso acaba indo para o casamento. A mulher que não teve pai quer um marido que a proteja, que a sustente, que a leve para passear e do outro lado o homem quer uma mulher que faça tudo sem reclamar, como deveriam ser os pais e mães.

            Como fazer com um casal que ambos trabalham fora e chegam cansados em casa? Paga empregada para fazer o serviço e enche de máquinas.

            Quando se tem dinheiro paga-se por babás para os filhos e empregado pra tudo mas temos visto que, mesmo casais milionários não estão ficando juntos por muito tempo.

            Presumimos então que de nenhuma forma o casamento dá certo?

            Dizem que a mulher casa pela festa e o homem para ter sexo e comida na mesa. Isso também não dá certo.

            Nem todo mundo quer ter filhos porque isso causa despesa e preocupação para o resto da vida e também significa abrir mão de muitas coisas por isso. Depois eles vão embora e tudo perde o sentido. Você apenas colocou mais um ser humano para viver nesse planeta sem qualquer garantia de que ele vá ser do bem ou que faça algo pela humanidade. Pode ser que ele cresça revoltado e cheio de problemas e que não vai te dar sossego pro resto da vida e quem sabe além dela.

            Uma coisa eu sei. Já que você está no mundo e precisa trabalhar, procure ter um trabalho que te dê satisfação. Uma coisa que faça com que você se sinta completo.

Uma função ou profissão que você se identifica e que seja sempre onde você queira estar.

            Se você é capaz de gerir uma família e gosta da ideia, faça isso mas consciente do que isso significa. Seu marido não é seu pai e sua mulher não é sua mãe. São duas pessoas diferentes que foram criadas de maneiras diferentes, com hábitos diferentes e que certamente vão abrir mão de algumas coisas para viver com o outro.

            O certo é que nada é definitivo quando se trata de relações humanas.

            Profissionalmente também pode não ser mas é um lugar mais seguro para estar porque você pode criar, inventar ou até mudar porque só depende de você.

            Se relacione, case, curta mas, não tenha filhos apenas pelo protocolo. São pessoas que vão vir ao mundo e precisam de absolutamente tudo e é o casal que tem que dar. Apoio emocional, dinheiro, educação, religião, enfim tudo. Uma hora eles vão achar que já sabem tudo e você tem que estar ali, chova ou faça sol, cheio de disposição, sem tempo para se distrair ou tirar férias.

            Há quem diga que se deve ter filhos para ter quem cuide de você na velhice mas isso também não é garantido a menos que você saiba amar o suficiente para merecer isso.

            Não desista, apenas namore bastante tempo, fique noivo mais um bom tempo e vai conhecendo a pessoa devagar porque só o tempo vai desmascarando as pessoas e quando você resolver casar, provavelmente já vai saber pelo menos 50% de quem é a pessoa e do que ela é capaz. Sem pressa.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

EBÓ (comidas) PARA IBEJI - frutas e ervas

 Ibeji são as divindades gêmeas frequentemente sincretizadas com São Cosme e Damião) e refletem a alegria, a fartura e o paladar infantil. São preparações que celebram a vida, a dualidade, unindo o adocicado e os pratos tradicionais da culinária baiana e iorubá.

- Caruru:

O prato mais emblemático para Ibeji é o Caruru de Sete Meninos.

Tradicionalmente, quando servido em festas, as 7 primeiras crianças são as primeiras a comer, diretamente ao redor do prato ou folha de bananeira, usando as mãos.

- Caruru: feito à base de quiabo picado, cozido com azeite de dendê, camarão seco, cebola, castanha de caju e amendoim moídos.

- Vatapá: creme denso feito com pão amanhecido (ou farinha de trigo), leite de coco, amendoim, castanha, camarão seco, gengibre e azeite de dendê.

- Feijão fradinho: cozido e refogado levemente com cebola e azeite de dendê (ou azeite de oliva, dependendo do axé).

- Feijão preto: também preparado com temperos suaves.

- Farofa de dendê: farinha de mandioca torrada no azeite de dendê com uma pitada de sal

- Xinxin de galinha: pedaços de frango cozidos e ensopados com camarão seco, castanha, amendoim e dendê.

- Banana da terra frita: cortada em rodelas ou fatias e fritas no dendê ou óleo vegetal.

- Arroz branco:  servido como base neutra para equilibrar os sabores intensos.

DOCES:

- Doces de Cosme e Damião: balas, chicletes, pipoca doce, maria mole, suspiros, rapadura, pé de moleque e cocadas (pretas e brancas).

- Frutas frescas: frutas doces como melancia, melão, uvas e bananas.

- Mingau de milho ou de arroz: mingaus adocicados, preparados com leite de coco, canela e açúcar.

Amalá de Ibeji: uma variação do caruru focado na oferenda direta no altar, muitas vezes decorados com os próprios quiabos inteiros com as pontas voltadas para cima.


ERVAS:

- Anis estrelado: uma das principais ervas ligadas à energia infantil. Traz leveza, estimula a intuição positiva e atrai a boa sorte e a doçura.

- Alfazema/lavanda: muito utilizada para limpar o campo espiritual de forma suave para trazer paz e tranquilidade.

- Colônia (folha): muito utilizada para acalmar os ânimos e trazer harmonia para a casa.

- Goiabeira: Muito associada aos Erês. É uma erva que lima e, ao mesmo tempo protege a energia das crianças.

- Manjericão (todos, especialmente o roxo e o miúdo): serve para limpeza leve, excelente para o equilíbrio energético.

- Rosas brancas ou mariquinha: limpeza leve e para acalmar principalmente crianças pequenas.

- Folha de pitangueira: altamente energéticas, afasta o desânimo e atrai a prosperidade e o movimento alegre.

- Folha de laranjeira: traz a energia do sol, da vitalidade e da alegria, além de ajudar a combater a ansiedade.

- Folha da Macieira: ligada ao amor, à união familiar e à doçura dos sentimentos.

Geralmente usa-se pelo menos 3 dessas ervas, sempre frescas e maceradas na água fria, para renovar as energias e afastar a tristeza e trazer leveza.

Defumação: ervas secas como o aniz estrelado e a alfazema, são ótimas para defumar a casa limpando larvas espirituais e deixando o ambiente harmônico e acolhedor.

Axé!



EBÓ (comidas) para IYÁMI ÒSÒRÓNGÀ, frutas ervas

 Iyami Osorongá são as grande mães ancestrais, detentoras do poder místico feminino.

São entidades que exigem o máximo respeito, temor e segredo.

As oferendas oferecidas a elas não são "comidas de santo" comuns (como as que se entregam aos Orixás) mas sim, obrigações e agrados altamente ritualísticos, geralmente entregues na calada da noite, no sopé de árvores frondosas ou em encruzilhadas, com o objetivo de acalmar sua fúria e pedir proteção.

O culto e o trato com Iyami são extremamente delicados. Nenhuma oferenda deve ser feita por conta própria ou sem a expressa orientação e supervisão de um Zelador experiente. Mexer com a energia das Mães Ancestrais sem o devido conhecimento e sem os preceitos de proteção necessários pode atrair negatividade e desequilíbrio espiritual.

O que colocamos a seguir é apenas para conhecimento. Não faça uso disso para ofertar sozinho e por sua própria conta.

O mistério e o uso dos ovos (Eyin):

O ovo é a oferenda mais sagrada, complexa e delicada quando se trata de Iyamo. 
Ele representa o próprio ventre, o segredo da vida, a fertilidade e a imortalidade.
De acordo como ele é manipulado muda completamente o seu propósito:

- O ovo cru: (acalento e purificação): é usado para limpar, descarregar e apaziguar.

Quando passado no corpo de uma pessoa em rituais específicos (Ebô), ele tem o poder de absorver as energias negativas, feitiçarias e a própria fúria de Iyami, transferindo o mal do indivíduo para dentro da casca. Ao final, ele é quebrado na terra o na encruzilhada, ogado de costas e por cima da cabeça, para liberar essa energia negativa da pessoa.

- Ovo cozido: para estabilidade e Axé.

Geralmente faz parte das oferendas e agrados para prosperidade. Colocado inteiro e cozido sobre o prato de miúdos ou acaçás, ele simboliza a vida contida, a riqueza e a proteção do ventre materno.

 * Nunca se quebra um ovo ritualístico aleatoriamente ou sem preceitos. Quebrar um ovo de forma errada na presença dessas energias pode ser interpretado como a destruição da vida, atraindo a severidade das Mães.


Comidas:
- Iki (fígado, coração e moela) de frango ou de animais de duas patas, geralmente fritos no azeite de dendê.
- Eko (acaçá): O acaçá branco envolvido em folha de bananeira. é fundamental para trazer equilíbrio e paz.
- Inhame assado: coberto com azeite de dendê e mel.

FRUTAS:
- Frutas vermelhas ou de casca escuta como figos, ameixas e uvas escuras.
- Doces finos ou rapadura.

ERVAS:

- Gameleira branca (Iroko): A árvore sagrada. Suas folhas e o seu sopé são a morada das energias ancestrais. É o principal ponto de contato com IYami.

- Taioba roxa/inhame preto: com folhas largas e escuras, retém a energia da terra (Inon) e são usadas para forrar suas oferendas ou em banhos de descarrego pesado.

- Aroeira: usada para quebrar demandas e afastar a negatividade.

- Cansação/urtiga: ervas de proteção e defesa. Por causarem queimação na pele, carregam o simbolismo da agressividade e do poder de contra-ataque contra feitiços.

- Folha de bananeira: Não é erva de banho mas é a esteira sagrada. Nenhuma oferenda à Iyami  toca o chão diretamente. Ela é depositada sobre folhas de bananeira (frequentemente passadas pelo fogo para amolecer).

* Assim como as comidas, o uso litúrgico dos ovos e ervas voltadas para Iyami exige o conhecimento de rezas (sasan) e encantamentos específicos (ofó). A manipulação desses elementos sem a devida iniciação ou autorização sacerdotal pode desequilibrar as energias ao seu redor.

Axé!


quinta-feira, 28 de maio de 2026

EBÓ (comida) PARA OMOLU - frutas e ervas

 Omolu é o Orixá da terra, da cura, das doenças e da transformação.


Deburu

É a oferenda mais tradicional e obrigatória para esse Orixá. A pipoca representa as feridas que estouraram e se transformam em flores de cura.

Milho de pipoca e areia de praia:

Coloque em uma panela com tampa um pouco de areia de praia limpa e seca. Deixe esquentar bem e coloque meio copo de milho de pipoca e deixe estourar. Peneire as pipocas para sair toda a areia.

Arrume-as em um alguidar de barro e deixe esfriar e ofereça a Omolu. Pode ser colocado tiras de coco seco desde que sem a casca marrom do coco.

LATÉ (Acaçá de Omolu)

Cozinhe a farinha de milho ou fubá. Também pode ser o acaçá normal com farinha de acaçá (de canjica),  em água até formar uma pasta consistente e firme.

Molde ainda quente em folha de bananeira e deixe esfriar para oferecer.

FEIJÃO PRETO COM CARNE SECA

Cozinhe o feijão preto com carne seca, costelinha de porco e bastante cebola picada cozido no azeite de dendê e/ou de oliva dependendo do axé da casa.

Pode ser oferecido a Omolu e também é servido nas festas em sua homenagem.

BATATA DOCE:

Cozinhar a batata apenas em água.

Pode ser amassada e moldada em formato de um cone (ou formato de um peixe, dependendo do fundamento da casa) e colocada em um alguidar, também decorada com fatias de coco.

Frutas:

- Coco seco: é usado para decorar o Deburu (pipoca) e simboliza a rigidez por fora que esconde a água pura e a cura por dentro.

- Melão e melancia: Frutas refrescantes e cheias de água que ajudam a acalmar a quentura e a febre associadas à energia densa de Omolu.

- Jaca: é uma fruta ligada aos ancestrais e à terra sendo muito aceita por esse Orixá.

- Fruta do conde (pinha): é uma oferenda simbólica forte.

- Banana da terra: geralmente assada ou cozida, cortada ao meio com mel.


ERVAS:

- Erva de Passarinho: para fazer sacudimento para afastar eguns e limpar larvas espirituais do campo energético.

- Pinhão roxo: purifica ambientes carregados e neutraliza energias negativas densas.

- Vassourinha de relógio (ou vassourinha preta): Usada literalmente para varrer  as negatividades e as doenças para fora de casa ou do corpo de alguém através de banhos do pescoço para baixo.

- Babosa: acalma as feridas da alma, limpa a aura e traz energia de regeneração física e espiritual.

- Cordão de frade: fazer banhos para fortalecer as defesas do corpo e do espírito.

- Sete sangrias: banhos para limpar o sangue (no sentido vibratório) e trazer equilíbrio para pessoas debilitadas ou convalescentes.

Todas essas ervas são quentes e por isso não podem ser jogadas na cabeça, apenas do pescoço para baixo.


Axé




EBÓ (comida) PARA OXOSSI - frutas e ervas

Oxóssi é o Orixá das matas e da fartura. Refletem a energia da floresta, da colheita e da busca por sustento. 

- AXOXÓ: (Adoçó)

Milho vermelho (milho de galinha) cozido e servido em um alguidar ou um prato de barro e ricamente decorado com fatias ou lascas de coco fresco. Pode ser cozido em melaço ou regado após o cozimento.

O milho é cozido apenas em água. Depois de frio é colocado em um alguidar de barro e coberto com as fatias de coco. 

Obs.: Usa-se um alguidar cheio de milho de galinha cozido em água para passar no corpo para retirar o que impede a prosperidade. Colocar punhados de milho em ambas as mãos e passar da cabeça para os pés pedindo que toda a falta de sustento e fartura sejam retirados. Faça isso em uma mata e na volta tome um banho de ervas.

Milho assado com melaço

Assar as 7 espigas na brasa ou no forno e colocadas em um alguidar ou folha de mamona e regadas com mel, melaço ou açúcar dependendo do axé)

Peixe assado:

O peixe também faz parte do Axé de Oxossi.

Pegue uma tainha ou corvina inteira. Limpe as escamas e abra um furo bem pequeno na barriga para retirar as entranhas sem arreganhar o peixe. 

Asse-o no forno com azeite de oliva e ornamente o prato de barro ou alguiar com batata doce cozida e folhas de alface.

FRUTAS:

Oxossi recebe muito bem a fartura das frutas. Um alguiar ou cesta de vime bem farta com frutas frescas é uma excelente oferenda para agradecer e/ou pedir fartura e prosperidade.

Frutas preferidas: Melancia, melão, manga, goiaba, uvas verdes, pitanga e banana da terra.

Evitar frutas ácidas ou cítricas (como limão e abacaxi).

ERVAS:

- Guiné: cortar energias negativas abrindo caminhos. Os banhos apenas do pescoço para baixo lembrando que é uma erva quente.

- Samambaia: Os banhos trazem a calmaria e a energia renovadora das matas. 

- Alecrim: Banhos que podem ir à cabeça, e defumação para trazer boa sorte.

- Jurema preta: Banho forte de descarrego e firmeza espiritual, além do uso de sua casca e folhas em rituais específicos de Jurema e Catimbó.

- Abre caminho: Banhos de prosperidade para atrair emprego ou novos negócios.

- Arruda: Banhos de limpeza e benzimentos.

Axé